Big Fight - O Arcade Híbrido

 


Bigh Fight - Big Esquisito - Big Divertido.

Big Fight: Big Trouble in the Atlantic Ocean, desenvolvido e lançado em 1992 pela Tatsumi, para Arcade. O  É um estranho híbrido de Fighting Game com Beat 'em up, que é muito interessante, apesar de trazer vários problemas. Trazendo os dois modos de jogo, coisa rara para Arcade, e entregando coisas que muitos garotos queriam em todos os jogos, outras nem tanto.

O Jogo

No modo história, o jogo se mostra muito semelhante ao Final Fight, onde um ou dois jogadores devem escolher entre 3 personagens: Kevin (o protagonista e equilibrado), Gear (O Fortão mais lento do time), e Zill (A mais ágil e técnica, mas de menor dano e durabilidade). Aqui o jogo se antecipa a elementos futuros em outros jogos, em movimentos e estilo de luta muito diferentes, com movimentos especiais. Os controles usam dois botões ao estilo clássico, um para atacar e outro para saltar. Além de apresentar o "Arrasa Quarteirão" ao pressionar os dois botões ao mesmo tempo (ao custo de um pouco de saúde).

E além dos elementos comuns ao estilo, acrescidos de outros detalhes. O jogador também pode atacar adversários caídos, e ao contrário da maioria do estilo... aqui você escolhe a sua trajetória, ao fim de cada fase. Cada fase com sua dificuldade, e chefe específicos. Onde cada chefe te oferece uma coisa rara, que comento mais à frente desta resenha. Sem contar que jogo oferece, ao jogador caído, uma tal barra "Anger Power" que se preenchida (ao se pressionar rapidamente o botão de ataque) oferece um aumento de estatísticas temporário, e causando dano aos adversários, com um tipo de chama azul.

Já para o título funcionar como um Fighting Game, basta que se adicione duas fichas e selecione o VS Mode, onde estão selecionáveis os 3 heróis. Sem contar com o acréscimo de 5 chefes, onde apenas os dois últimos não são selecionáveis. O combate é similar a um estilo de jogo "Briga de Rua" mas com a experiência de um Jogo de Luta "um contra um". Exigindo 2 vitória de 3 possíveis rounds, nos moldes que todos conhecemos muito bem.

O Que Tem de Diferente?

Aqui entra o que me atraiu na época dos Fliperamas, onde tive uma rara oportunidade de ter contato com este jogo. Rara mesmo, já que era extremamente difícil encontrar um Big Fight. E me refiro a uma coisa que todo moleque queria fazer. E as atuais modificações de jogos clássicos, vem apenas endossar este argumento. E me refiro a possibilidade de controlar os chefes do jogo. Mas assim como no VS Mode, não era possível controlar os 2 últimos chefes, já que os mesmos não sobrevivem ao combate.

Como isso se dava? Bom... no começo da resenha te falei que você pode escolher o caminho que será percorrido, cada um com sua dificuldade, e recompensa. E com recompensa, me refiro aos chefes. Já que assim que você vence um deles, é aberta uma janela de diálogo. Onde ele pode optar por jogar com ele, ou continuar com o teu personagem. E isso ocorre sempre que você enfrentar um chefe, com exceção dos dois últimos, como já mencionado.

Ou seja... Apesar de não ser um grande jogo (muito longe disso) Big Fight apresentou várias coisas afrente de sua época, e é um game que vale muito a pena conhecer.

Este arquivo estará em frequente atualização, e você pode ver a review em vídeo clicando AQUI. Te apresento um conteúdo de games, avesso ao internetês de sempre, onde o jogo é o que realmente importa. Veja a vídeo review clicando lá em cima, ou comente o que você acha... Ou "desacha".

Eu me Chamo Marcio Baião, o seu mensageiro da agonia (ou não).
Um grande abraço... e até a próxima! No Pior Canal do Mundo.

Fontes:
Big Fight no Site Oficial da Tatsumi


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